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	<title>Comentários sobre: Sobre a consistência humana</title>
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		<title>Por: Lucas Prado</title>
		<link>http://anacronicas.com.br/blog/2009/08/sobre-a-consistencia-humana/comment-page-1/#comment-8</link>
		<dc:creator>Lucas Prado</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 12:54:57 +0000</pubDate>
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		<description>Caminhei por este conto com os pés molhados calçados em uma sandália de couro, o couro molhado fica escorregadio e o corpo se desequilibra... É impressionante pensar na existência humana como algo absurdo! Nos acostumamos a nós mesmo, aos outros, às relações, à rotina, aos padrões... Quando a existência assume a forma do absurdo, subverte toda a lógica das 24 horas, repetidas segundo a segundo num dia comum. Mas a subversão já se tornou clichê, um velho de vestido amarelo, fazendo contorcionismo é apenas uma cena, num cenário espetaculoso e bárbaro. Tudo parece imitação, as coisas parecem se distanciar quanto mais queremos nos aproximar delas. É como se o ponto de equiibrio fosse um campo magnético que ao invés de atrair-nos para seu centro gravitacional nos empurra para os seus extremos. Você capta esses extremos na vida, na sociedade e em si mesma. Quanto podemos ainda nos guaradr dentro de nós até que nossos instintos nos transvistam de amarelo e nos façam todos dançar com bafos de alcool e bocas manchadas de qualquer vinho barato. Descasquemos nossos próprios asfaltos, saiamos para ver o sol derretendo na chuva!
Te amo, minha consistência humana!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caminhei por este conto com os pés molhados calçados em uma sandália de couro, o couro molhado fica escorregadio e o corpo se desequilibra&#8230; É impressionante pensar na existência humana como algo absurdo! Nos acostumamos a nós mesmo, aos outros, às relações, à rotina, aos padrões&#8230; Quando a existência assume a forma do absurdo, subverte toda a lógica das 24 horas, repetidas segundo a segundo num dia comum. Mas a subversão já se tornou clichê, um velho de vestido amarelo, fazendo contorcionismo é apenas uma cena, num cenário espetaculoso e bárbaro. Tudo parece imitação, as coisas parecem se distanciar quanto mais queremos nos aproximar delas. É como se o ponto de equiibrio fosse um campo magnético que ao invés de atrair-nos para seu centro gravitacional nos empurra para os seus extremos. Você capta esses extremos na vida, na sociedade e em si mesma. Quanto podemos ainda nos guaradr dentro de nós até que nossos instintos nos transvistam de amarelo e nos façam todos dançar com bafos de alcool e bocas manchadas de qualquer vinho barato. Descasquemos nossos próprios asfaltos, saiamos para ver o sol derretendo na chuva!<br />
Te amo, minha consistência humana!</p>
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