Ana Maria Amorim odeia se apresentar pela profissão, mas é jornalista. Mergulha diariamente seus pensamentos em utopias, depois os rasga com realidade. Disfarça timidez com extroversão - sofrimento com sorriso. Ou vice-versa.

Fibras claras que se enlaçam. Superfície. Risco rápido que não machuca. Suporte. Canto alto que não se escuta. Música. Todos dias revirados. Passado. Se em mais de uma grampeadas. Relatos. E um dia que não lhe usam. Ofusca.
Rasga o verso de desespero que acordou engasgado. Desperte na poesia apenas as rimas descompassadas. Quem iria se importar com a ordem planificada? Sem hierarquias e prontidões, reina a vontade instantânea daqueles que não encontram diversões – nem na liberdade nem na privação.
Quebra linha, quebra lápis, quebra página. Quebra o vidro e a vidraça. Quebra os anjos, os santos, o altar. Quebra as profecias e as profanadas, as previsões e as datas erradas, as desilusões, as soluções e as gargalhadas. Quebra também o sujeito e o predicado, a exclamação, o particípio e o verbo desconjugado.
Tags: Liberdade, Palavras, Trupe de Quintatrupe de quinta – verbo
é assim: na segunda, um desses aqui embaixo manda um tema. na quinta, todos esses escrevem sobre. siga no twitter.![]()
amanda oliveira • andré pacheco • elisa frança • izabel pompermayer • lara marx • nati boaventura • rafael glass • rodrigo casales • victor godoi
esse texto dá vontade de gritar e fazer tremer o verbo.
como diz o ditado: “quebrar verbo a grito!”
TE AMOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!