Ana Maria Amorim odeia se apresentar pela profissão, mas é jornalista. Mergulha diariamente seus pensamentos em utopias, depois os rasga com realidade. Disfarça timidez com extroversão - sofrimento com sorriso. Ou vice-versa.

Anacrônicas ainda não sabe o que é. Se é verbo, conjunção ou substantivo, pouco importa. Não quer ser conjugado, adjetivado nem ser conectivo de nada com coisa nenhuma. É o suco de momentos que o cotidiano bate, que o extraordinário espreme e que a monotonia congela para requentar no almoço do amanhã.
Quem escreve é uma menina-moça, uma idosa, um cadáver, uma alma. Sem fixar uma periodicidade, menos ainda uma temática. Não impede que você recorte, cole e dê pedradas. Fique à vontade.
Como todos, tem um twitter, essa nova mania de fazer o mundo se resumir em pílulas. Pode seguir, perseguir, mas jamais esquartejar. Se quiser fazer uma ofensa pessoal, um elogio deslumbrante ou mandar um sinal de fumaça digitalizado, basta me mandar um e-mail para amorimanamaria[alt]gmail.com
Tá bom, tá bom. Resumo minha vida estilo plataforma lattes. Sou jornalista. Semi-especialista em cultura – e alguém, algum dia, consegue ser especialista nisto? Trabalha em rádio, onde mistura três sotaques no liquidificador.