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	<title>anacrônicas &#187; Palavras</title>
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		<title>Venda-me suas palavras</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 00:45:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos e Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Escrever]]></category>
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Folheava as revistas antigas, tentando buscar em alguma delas alguma possível inspiração. Desistia. Respirava fundo, batia as unhas dos dedos em ordem na mesa. Ia até a cozinha, abria a geladeira e se servia de mais um copo de água gelada naquele final da tarde. Se não conseguisse escrever uma linha hoje, completaria o sétimo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ImgGrd"><a href="http://anacronicas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/Venda-me-suas-palavras.jpg"><img src="http://anacronicas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/Venda-me-suas-palavras.jpg" alt="" title="Venda-me suas palavras" width="510" height="200" class="aligncenter size-full wp-image-679" /></a></div>
<p>Folheava as revistas antigas, tentando buscar em alguma delas alguma possível inspiração. Desistia. Respirava fundo, batia as unhas dos dedos em ordem na mesa. Ia até a cozinha, abria a geladeira e se servia de mais um copo de água gelada naquele final da tarde. Se não conseguisse escrever uma linha hoje, completaria o sétimo dia seguido de total bloqueio de ideias. Talvez este fosse um sinal de que já havia acabado a sua capacidade de criar, talvez já não fosse possível ter versos, nem prosas, nem contos ou romances para escrever. Acabar, assim, na falência das palavras, porém, lhe causava a dor de se sentir incapaz e impotente diante a tela de um computador, um papel e lápis, um guardanapo barato na mesa do bar.</p>
<p>No outro dia pela manhã, acordou com o corpo suado de desespero. Pensou em ir ao médico, um psiquiatra ou psicólogo, alguém que pudesse decifrar o motivo de não mais conseguir fazer aquilo que julgara ter nascido para fazer. Queria algum remédio que pudesse fazer sua mente voltar a sonhar, sua letra voltar a correr, suas estórias pararem de pertencer só a ele e iluminar possibilidades para outros cantos além. Chegou até mesmo a ligar para o consultório, mas o doutor estava de férias e só voltaria a atender em duas semanas. “Duas semanas não. Duas semanas é muito tempo, não poderei aguentar viver nessa abstenção”, desculpava-se.</p>
<p>Completava agora nove dias sem nenhuma tinta no papel. Olhava para o fio da faca, afiado, espelhado na mesa da cozinha. “Que corte as minhas mãos”, pensava, “que cortem mãos inúteis que não sabem mais escrever”. Guardou a faca para evitar pensamentos irracionais. “De que adiantaria cortar as mãos, se continuaria vivo um cérebro que já sequer pensa”, resmungou. Cada dia que passava suava mais, tinha mais tremores, sofria de espasmos, estalava os dedos. </p>
<p>Não conseguiu pensar em nenhum verso quando a noite já se despedia do seu décimo dia. Era um corpo estirado na cama, com os olhos abertos todo o tempo, pensando no motivo de não conseguir se pronunciar, de suas ideias já não mais lhe refrescarem. Sequer tinha originalidade nas poucas tentativas que teve em tentar escrever sobre seu insucesso, sobre suas cortinas de palco se fechando em definitivo em um anunciado fim.</p>
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		<title>Anarquia verbal</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 18:08:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos e Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Palavras]]></category>
		<category><![CDATA[Trupe de Quinta]]></category>

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		<description><![CDATA[
Fibras claras que se enlaçam. Superfície. Risco rápido que não machuca. Suporte. Canto alto que não se escuta. Música. Todos dias revirados. Passado. Se em mais de uma grampeadas. Relatos. E um dia que não lhe usam. Ofusca.
Rasga o verso de desespero que acordou engasgado. Desperte na poesia apenas as rimas descompassadas. Quem iria se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ImgGrd"><img src="http://anacronicas.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/anarquia.jpg" alt="Anarquia Verbal" title="Anarquia Verbal" width="510" height="200" class="aligncenter size-full wp-image-298" /></div>
<p>Fibras claras que se enlaçam. Superfície. Risco rápido que não machuca. Suporte. Canto alto que não se escuta. Música. Todos dias revirados. Passado. Se em mais de uma grampeadas. Relatos. E um dia que não lhe usam. Ofusca.</p>
<p>Rasga o verso de desespero que acordou engasgado. Desperte na poesia apenas as rimas descompassadas. Quem iria se importar com a ordem planificada? Sem hierarquias e prontidões, reina a vontade instantânea daqueles que não encontram diversões – nem na liberdade nem na privação.</p>
<p>Quebra linha, quebra lápis, quebra página. Quebra o vidro e a vidraça. Quebra os anjos, os santos, o altar. Quebra as profecias e as profanadas, as previsões e as datas erradas, as desilusões, as soluções e as gargalhadas. Quebra também o sujeito e o predicado, a exclamação, o particípio e o verbo desconjugado.</p>
<blockquote><p><strong>trupe de quinta &#8211; verbo</strong><br />
é assim: na segunda, um desses aqui embaixo manda um tema. na quinta, todos esses escrevem sobre. siga no <a href="http://www.twitter.com/trupedequinta">twitter</a>. <img src='http://anacronicas.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://amandaoliveira.wordpress.com/">amanda oliveira</a> • <a href="http://eu-quero-saber.blogspot.com/">andré pacheco</a> • <a href="http://elisafranca.wordpress.com/">elisa frança</a> • <a href="http://www.flickr.com/photos/belpompermayer">izabel pompermayer</a> • <a href="http://laramarx.wordpress.com">lara marx</a> • <a href="http://elementarmeucaroblog.wordpress.com/">nati boaventura</a> • <a href="http://www.diarioinbordo.blogspot.com/">rafael glass</a> • <a href="http://faixademobius.blogspot.com">rodrigo casales</a> • <a href="http://naoestasendofacil.wordpress.com ">victor godoi</a></p></blockquote>
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		<title>Fim da Tarde</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 15:26:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos e Crônicas]]></category>
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		<description><![CDATA[
Eu trabalho para os cegos. É pelo motivo óbvio. Não quero trabalhar para quem me veja. Assim, deixo de lado as censuras, as estampas, as estruturas. Espero que não lhe incomode que eu diga isto tudo agora, neste final de tarde, assim de supetão. Na verdade, é que este seu par de olhos ativos me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ImgGrd"><img src="http://anacronicas.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/fimdatarde.jpg" alt="Fim da Tarde" title="Fim da Tarde" width="510" height="200" class="aligncenter size-full wp-image-231" /></div>
<p>Eu trabalho para os cegos. É pelo motivo óbvio. Não quero trabalhar para quem me veja. Assim, deixo de lado as censuras, as estampas, as estruturas. Espero que não lhe incomode que eu diga isto tudo agora, neste final de tarde, assim de supetão. Na verdade, é que este seu par de olhos ativos me faz querer contar destas coisas.</p>
<p>A outra parte, tem razão, ela existe. Sou textura, sou pele, sou calor. Esta sensação me inova em cada instante. E me renova dentro de mim mesmo. Mas não é este banho de sentimentos escondidos que mais me apetece, você bem sabe. Creio que sou bem sólido e gélido, isso talvez não se perceba nem entre os que nunca enxergam.</p>
<p>Sabe, seus olhos assim me parecem meio cruéis. Eles ficam me perguntando tudo. E eu fico tentando responder tudo. Gosto de ser um vão. Um vão negro que passa, um vão vazio que toca. </p>
<p>Também acho que não deveria estar falando isto tudo com você agora. Faz quanto tempo mesmo que não nos vemos? Eu vou pedir outro capuccino. </p>
<p>Mas é mais ou menos isso, compreende? Não, eu sei que não. Estou meio perdido dentro dessas luzes diárias. Inusitado? Não, foi apenas uma sinceridade. Desculpe, não deveria ter tocado neste assunto. </p>
<p>Esqueça. A toalha da mesa quadriculada me apetece. Lembra a da casa do campo, não é mesmo? Mas prefiro mesas de madeira às de vidro. Você sabe. Enfim, esqueça-me. Eu lhe disse, eu trabalho com cegos. Eles estão por perto.</p>
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		<title>Palavras finais</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 21:26:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos e Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
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		<description><![CDATA[
- Você vai?
- Sim.
- E volta?
- Não sei.
- O que decide?
- O talvez.
- Sou eu?
- Depende.
- Sou eu.
- Como?
- Vá.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ImgGrd"><img src="http://anacronicas.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/5f826f5ede14284c2cc5674dc3bb24531.jpg" alt="Palavras finais" title="Palavras finais" width="510" height="200" class="aligncenter size-full wp-image-163" /></div>
<p>- Você vai?<br />
- Sim.<br />
- E volta?<br />
- Não sei.<br />
- O que decide?<br />
- O talvez.<br />
- Sou eu?<br />
- Depende.<br />
- Sou eu.<br />
- Como?<br />
- Vá.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um sorriso</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 15:34:45 +0000</pubDate>
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Pensei que meus dentes estavam colados. Acordei assim,  com este gosto de grude na boca. Ainda que os lábios se movessem, os dentes pareciam ficar juntos em paredes grossas plásticas. Era elástico ainda,mas não tão flexível e nem capaz de se romper em um esforço maior.
Salivava. A agonia começou quando a vontade de cuspir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ImgGrd"><img src="http://anacronicas.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/um-sorriso.jpg" alt="um sorriso" title="um sorriso" width="510" height="200" class="aligncenter size-full wp-image-157" /></div>
<p>Pensei que meus dentes estavam colados. Acordei assim,  com este gosto de grude na boca. Ainda que os lábios se movessem, os dentes pareciam ficar juntos em paredes grossas plásticas. Era elástico ainda,mas não tão flexível e nem capaz de se romper em um esforço maior.</p>
<p>Salivava. A agonia começou quando a vontade de cuspir era cessada pela placa dentária. Minha língua – já mais áspera que o usual – tentava inutilmente sair da cavidade. Deitei. Pensei “Por que acordar assim hoje?”. Fechei suavemente os lábios e não me movi.</p>
<p>Momentos depois, passei a língua na parede dos dentes. Ela lixava, em sua aspereza, mas a placa se reconstituía suavemente e com a mesma consistência. Respirei fundo. Quis gritar. Pela primeira vez, em tantos ano, quis gritar. </p>
<p>Sem mover meus músculos em nenhum sinal de consternação, levantei-me. Tirei o pijama azul. Camisa listrada, gravata lisa, tênis lustrado. Fui ao trabalho. Mais tarde, marcaria um dentista. Sentia saudade do gosto amargo do café.</p>
<blockquote><p>&#8220;O que faz o poder das palavras e das palavras de ordem, poder de manter a ordem ou de as subverter, é a crença na legitimidade das palavras e daquele que as pronuncia, crença cuja produção não é da competência das palavras.&#8221;<br />
- Bourdieu</p></blockquote>
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		<title>Vocabulário</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 01:22:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos e Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Egocentrismo]]></category>
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Sono, sonhos, sonâmbulos, soros, sofismas, sinais, suor, salário, surdez, sarampo, sanha, sucesso, solícito, semântica, sonetos, senhas, sinusite, sandice, salames, sinestesias, salitre, seringas, sozinho, só, só, só&#8230;
Estranho, envolvido, erupção, ereto, emissão, efêmero, entidades, elásticos, encartes, eruditos, economia, euforia, eucaristia, eutanásia, europeu, eclesiástico,emoção, ego, eu, eu, eu, eu, eles não&#8230;.
Réu, ressentido, renomado, rede, reles, rédeas, ranho, rimas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ImgGrd"><img src="http://anacronicas.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/Ser.jpg" alt="Vocabulário" title="Vocabulário" width="510" height="260" class="aligncenter size-full wp-image-97" /></div>
<p>Sono, sonhos, sonâmbulos, soros, sofismas, sinais, suor, salário, surdez, sarampo, sanha, sucesso, solícito, semântica, sonetos, senhas, sinusite, sandice, salames, sinestesias, salitre, seringas, sozinho, só, só, só&#8230;</p>
<p>Estranho, envolvido, erupção, ereto, emissão, efêmero, entidades, elásticos, encartes, eruditos, economia, euforia, eucaristia, eutanásia, europeu, eclesiástico,emoção, ego, eu, eu, eu, eu, eles não&#8230;.</p>
<p>Réu, ressentido, renomado, rede, reles, rédeas, ranho, rimas, rosas, rodas, remendos, radiografias, romarias, rancor, radar, rogar, ressuscitar, rejeitar, reprimir, rotular, rezar, rezar, rezar&#8230;</p>
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