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	<title>anacrônicas &#187; Vida</title>
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		<title>os cantos da imaginação</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 14:06:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos e Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Imaginação]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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Seria uma onça amarela, no meio do mato, sem saber o que se passa do outro lado da montanha. Seria uma borboleta perdida no meio de tanta aquarela, chorando por suas asas serem pequenas e discretas. Seria uma ovelha presa no curral, berrando para todos os cantos, sem saber que hora resolverão o fim de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ImgGrd"><a href="http://allisontorneros.com/"><img src="http://anacronicas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/os-cantos-da-imaginação.jpg" alt="" title="os cantos da imaginação" width="510" height="240" class="aligncenter size-full wp-image-713" /></a></div>
<p>Seria uma onça amarela, no meio do mato, sem saber o que se passa do outro lado da montanha. Seria uma borboleta perdida no meio de tanta aquarela, chorando por suas asas serem pequenas e discretas. Seria uma ovelha presa no curral, berrando para todos os cantos, sem saber que hora resolverão o fim de seu destino.</p>
<p>Seria ainda uma cobra coral, enrolada perto da pedra, no final da tarde, sem ninguém a incomodar. Seria um gato persa qualquer, em uma sala qualquer, de uma dona qualquer, pronta para o engordar. Seria a efêmera mosca, a passar pela cozinha na hora do café, fazendo das escassas horas as mais insuportáveis para alguém.</p>
<p>Sei, na verdade, que seria a menina em dúvida, sentada na escada da casa, olhando para uma vaso de flores, perdendo-se em pensamentos incansáveis. Sei e sou tal menina, que brinca no meio destas interrogações, que não sabe com qual cor que pinta o seu dia para que a imaginação não sugue cada pedacinho de sua vida.</p>
<p><strong>***</strong></p>
<p><em>A ilustração do post é de Allison Torneros. O portfólio dela está <a href="http://allisontorneros.com/portfolio/">neste site</a>. Incrível, não?</em></p>
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		<title>O frasco da ampulheta</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 00:08:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos e Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Eternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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Foi por acaso que comecei a conversar com ele. Sentamos no mesmo banco da praça. Sentei-me ali para descansar os pés, pois tinha passado a manhã inteira na fila de um cartório para pegar a senha. Como o atendimento só começava após meio dia, ainda fiz uma caminhada pelas ruas do centro, para ver as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ImgGrd"><a href="http://weheartit.com/entry/3083028"><img src="http://anacronicas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/o-frasco-da-ampulheta.jpg" alt="" title="o frasco da ampulheta" width="510" height="200" class="aligncenter size-full wp-image-669" /></a></div>
<p>Foi por acaso que comecei a conversar com ele. Sentamos no mesmo banco da praça. Sentei-me ali para descansar os pés, pois tinha passado a manhã inteira na fila de um cartório para pegar a senha. Como o atendimento só começava após meio dia, ainda fiz uma caminhada pelas ruas do centro, para ver as novidades do comércio. O senhor que estava sentado ao meu lado me disse que estava ali desde cedo, ainda sentia alegria em ver o povo alimentando aqueles pombos que circulavam por ali.</p>
<p>A sua pele era bastante seca, enrugada pelo tempo. Tinha muitas manchas e seus pelos eram absolutamente todos brancos e poucos. Era, possivelmente, o senhor mais velho que vi em minha vida. Quando olhei bem os seus olhos, o reconheci. Ele era o senhor que os jornais citavam como o mais velho do mundo, apesar dele nunca revelar a exata idade.</p>
<p>&#8220;Fui esquecido pela morte&#8221;, me disse, quando me confirmou ser ele mesmo o senhor que passava as vezes na televisão. Mas há muito tempo ninguém ouviu falar dele, estava meio esquecido. Eu até mesmo tinha pensado que finalmente &#8211; desculpe a expressão, não é desejo de maldade, mas sim de lógica com a natureza humana &#8211; ele havia partido. </p>
<p>&#8220;Deve ser muito bom poder ter uma ampulheta infinita, penso eu&#8221;, disse ao senhor. &#8220;O senhor deve ter experiências fantásticas que só foram permitidas ao senhor, ter visto grande parte de sua família nascer, ter encontrado os mais diferentes caminhos para provar!&#8221; A minha fascinação com o tempo eterno não encontrou retorno no rosto daquele senhor. Ele continuava com o olhar fosco, sem muita atenção em mim e, possivelmente, ouvindo as impressões alheias sobre sua possível eternidade pela milésima vez. &#8220;Desculpe se lhe pareço enfadonho&#8221;, completei.</p>
<p>&#8220;Não, meu filho, não há nenhum erro em pensar tudo isso, aliás, é o que a maioria pensa. Mas posso lhe dizer o seguinte: não há só sorrisos nem só tristezas em nenhum momento que vivo. Vivo a cada novo dia, mas cada novo dia é uma nova limitação, a morte não vem, mas a idade não falta com suas obrigações.&#8221; Olhou, pela primeira vez ao fundo dos meus olhos. &#8220;Você tem razão, rapaz. Vi muitos familiares nascerem, mas aos poucos perdi o laço que tinha com a família, era como se eu não pertencesse mais a lugar algum. E não valeu a dor de ter que enterrar todos os de antes.&#8221;</p>
<p>Aos poucos, o excesso de vida parecia se configurar como um sofrimento para ele. &#8220;Não é excesso de vida, é excesso de tempo&#8221;, ele me corrigiu. &#8220;A vida só vale pelos seus encontros&#8230; um encontro meu perdido com o fim de mim mesmo me faz viver perdido nesse sem-fim de desencontrar-me.&#8221; Agradeci a atenção do senhor e me despedi. Era hora do cartório abrir. Senti-me perdido o resto do dia.</p>
<p><strong>***</strong></p>
<p><strong>Notinha:</strong></p>
<p>Hoje é o dia do escritor. Parabéns a todas e todos que ousam um verso no guardanapo, uma carta sincera, uma prosa de inspiração, um best-seller nas prateleiras, um nobel na cabeceira. Fuçando por aí vi que abriram um concurso de contos e crônicas sobre o homenageado do dia. <a href="http://bloglivros.com/index.php/2010/07/05/i-concurso-cultural-bloglivros/">Confere lá</a>, tem que mandar o texto até o dia 31 de julho. :]</p>
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		<title>Sobre o meu suicídio (com o perdão da palavra&#8230;)</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 23:21:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos e Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Desespero]]></category>
		<category><![CDATA[Excêntrico]]></category>
		<category><![CDATA[suicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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A pronúncia da palavra suicídio é afiada. O som das letras juntas, uma por uma, parece o fio de uma faca, os lados prateados espelhando quem a maneja. Um corte feito no ar, um corte feito para sangrar. É quase uma palavra proibida, a ser queimada a língua daquele que a pronunciar.
Suicídios são clichês. Até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ImgGrd"><a href="http://depoisdosquinze.com/2010/07/parte-ii-seu-estilo-de-fotografar/"><img src="http://anacronicas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/Sobre-o-meu-suicídio.jpg" alt="" title="Sobre o meu suicídio" width="510" height="200" class="aligncenter size-full wp-image-611" /></a></div>
<p>A pronúncia da palavra suicídio é afiada. O som das letras juntas, uma por uma, parece o fio de uma faca, os lados prateados espelhando quem a maneja. Um corte feito no ar, um corte feito para sangrar. É quase uma palavra proibida, a ser queimada a língua daquele que a pronunciar.</p>
<p>Suicídios são clichês. Até porque não tem muito o que se inventar mesmo. É a corda amarrada no alto do quarto e o tamburete caído ao chão. A mão fechada denunciando que buscou se segurar em algo antes da queda de tantos metros do vão. Os comprimidos da caixa de tarja preta dissolvendo em excesso no estômago daquele que se encontra no sofá da sala.</p>
<p>O meu suicídio não foi inovador, exceto pela razão. Se até mesmo os adolescentes que descobrem que o mundo é feito no silenciar das questões existenciais sabem passar em gestos leves e não profundos a lâmina em seus pulsos, em muitos suicídios buscam nestas mesmas questões as maiores razões. A desconfortável tarefa de saber viver.</p>
<p>Quando não isso, a mais desconfortável ainda tarefa de viver a vida que vivemos. Aí deixa de ser a vida a vilã, e sim suas circunstâncias. Algo como os problemas que passam por sua vida, ou os triunfos que passam por você &#8211; sim, não são só as tristezas que nos colocam em xeque. A cobrança de si põe você mesmo em risco seja em qual parte dos opostos você esteja.</p>
<p>Mas não foram minhas derrotas nem minhas conquistas, minhas circunstâncias nem minha vida. Tampouco o mero experimento que fizeram de mim um corpo em suicídio. É uma bomba-relógio que mora dentro da gente que nos obriga a partir para suportar a nós mesmos, enquanto parte de carne e de sangue. Nem sei se era bem o que eu queria, nem sei se fui eu mesma que decidi. Mas ontem a noite o meu corpo era assim, substantivo-suicídio, e ninguém duvidou do excêntrico em mim.</p>
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		<title>As perguntas das respostas</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jun 2010 20:46:50 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Contos e Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Alice]]></category>
		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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O café já estava adoçado, mas eu não sabia. Só quando senti o excesso de mel na ponta da língua que me dei conta da estupidez que tinha feito. Como pude me esquecer que na casa de minha avó o café sempre fora feito já com açúcar? Joguei fora o que estava na minha xícara [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ImgGrd"><a href="http://weheartit.com/entry/2407913"><img src="http://anacronicas.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/As-perguntas-das-respostas.jpg" alt="" title="As perguntas das respostas" width="510" height="200" class="aligncenter size-full wp-image-593" /></a></div>
<p>O café já estava adoçado, mas eu não sabia. Só quando senti o excesso de mel na ponta da língua que me dei conta da estupidez que tinha feito. Como pude me esquecer que na casa de minha avó o café sempre fora feito já com açúcar? Joguei fora o que estava na minha xícara e servi uma outra dose. Minha mãe entrou na cozinha naquele instante e perguntou para mim o porquê da minha viagem.</p>
<p>Era final de setembro e eu já estava com tudo planejado. Havia juntado o dinheiro por dois anos para poder finalmente fazer a viagem que sempre quis. Ia atravessar o mundo inteiro para visitar a Austrália, país distante de um continente silenciado.</p>
<p>- Vou para estudar.</p>
<p>Na verdade, isso ela já sabia. Havia anos que mandava minhas pesquisas para um grupo de pesquisa daquele país e apenas lá a minha linha de estudos era tratada na teoria que eu me identificava, com a metodologia que eu queria seguir. Mas isso parecia deslumbramento excessivo para minha mãe. Nada que eu não encontraria em algum lugar próximo, até mesmo no nosso estado.</p>
<p>Não era apenas ir a esse encontro. Por mais que usar a palavra &#8220;apenas&#8221; seja quase um crime a história que criei e vivi. Eu queria ir por desejo, por vontade, por estar em uma terra em que nada me constuiu, ao menos até onde eu podia me identificar.</p>
<p>- Mas pra quê?</p>
<p>Esta pergunta é uma faca afiada, mas cujo fio não escolhe em quem passar. Era a pergunta-arma que qualquer faz partindo do pressuposto que seus passos seguem alguma lógica. Mas que lógica?</p>
<p>Mãe de todas as questões existenciais, de todas as dúvidas supremas, claro que não poderia dar uma resposta certa sobre a utilidade de qualquer escolha que eu faria. Mas minha mãe não percebia que ela mesma não seria capaz de responder o pra que ficar, pra que viver, pra que seguir aqueles passos que me isentam desta pergunta, por mais que ela continue latente no pano de fundo.</p>
<p>O motivo, a finalidade, o ensejo, eu não sei. Não sei o &#8220;pra que&#8221; da minha manhã quando eu acordo, da minha noite quando eu me deito, e não preciso saber responder para todas as perguntas que me lançarem. Não quis fazê-la engolir a má textura desta pergunta em réplica, apenas sorri como quem deixa a dúvida ser a própria resposta. Queria continuar os meus passos sem a obrigação de ter que responder aquilo que ninguém um dia soube explicar.</p>
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		<title>Ontem</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 15:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos e Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
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		<category><![CDATA[Trupe de Quinta]]></category>
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Ainda não sei bem se a dor maior foi morrer ou descolar de meu corpo. Não apenas pelo costume de estar sempre enquanto matéria, mas pela ardência de descolar assim dela. No percurso da bala até minha testa, o que de fato não levou tanto tempo assim, vi que o clichê era real. Como um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ImgGrd"><img src="http://anacronicas.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/ontem.jpg" alt="Ontem" title="Ontem" width="510" height="200" class="aligncenter size-full wp-image-236" /></div>
<p>Ainda não sei bem se a dor maior foi morrer ou descolar de meu corpo. Não apenas pelo costume de estar sempre enquanto matéria, mas pela ardência de descolar assim dela. No percurso da bala até minha testa, o que de fato não levou tanto tempo assim, vi que o clichê era real. Como um filme – ainda que com narrativa bem novelística – vi os momentos mais marcantes, honrados e vergonhosos de minha vida passarem em minha mente. Como ateu, pensei que só cabia agora aos vermes virem ao banquete, mas a surpresa foi ver que, enquanto o projétil perfurava minha máquina, um sopro de alma de mim saia.</p>
<p>Sentir-se não-matéria não deveria ser descrito, pois ironicamente só consigo recorrer a sensações materiais. Foi algo como uma perna dormente misturada com uma cãibra que ataca você no meio da piscina. Tem também uma pitada da dor de ouvido quando o avião aterrissa e um pouco de queimadura de gelo na pele. Na verdade, não tem nada disso, tem o fundo imaterial de cada detalhe que construí nesta vida.</p>
<p>Pensei em rir do clarão que se abriu. Achei pastelão demais aquela produção. Deveriam contratar alguém com conceitos estéticos mais inovadores. Prendi as risadas para não ofender o homem de roupa marrom escura e cordão na cintura que aparecera para me conduzir pelo vazio infinito.</p>
<p>A fila estava grande, o que me desanimou. Será que não teria outra forma mais conveniente e simples de, enfim, se desfazer da vida? Parecia que não. Horas de espera, minha ficha cadastral não era das piores. Era um rapaz simpático, dava bom dia para os porteiros, já plantei um Pau-Brasil no sete de setembro e doava minhas roupas antigas para o asilo da esquina. Apesar do cigarro e do álcool serem vistos com maus olhos.</p>
<p>O senhor disse que eu era muito desligado da minha vida espiritual. Mas que cargas d´água ele queria? Eu não enxerguei em momento nenhum algum sinal de divina fé no cotidiano. E julgava que dois mil anos seriam suficientes para uma boa administração renovada pelo filho ter melhorias contundentes. Enfim, não discuti com o velhinho. Perdoei. Ele não sabia o que dizia.</p>
<p>O moço disse, depois de tantos protocolos e autenticações, que eu precisava revigorar minha fé. Fé? Era engraçado até ouvir isso. Cansei. Lembrei da fumaça dos cigarros que eu desenhava em meus momentos introspectivos. Meu copo de cerveja, meu cotidiano, minha vida. Para mim, fechava a conta, passava a régua. Fiz a leve reclamação aos céus: por favor, me abençoem! O fim não é tragédia, é destino. </p>
<blockquote><p><strong>trupe de quinta &#8211; fé</strong><br />
é assim: na segunda, um desses aqui embaixo manda um tema. na quinta, todos esses escrevem sobre. siga no <a href="http://www.twitter.com/trupedequinta">twitter</a>. <img src='http://anacronicas.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://amandaoliveira.wordpress.com/">amanda oliveira</a> • <a href="http://eu-quero-saber.blogspot.com/">andré pacheco</a> • <a href="http://www.flickr.com/photos/belpompermayer">izabel pompermayer</a> • <a href="http://laramarx.wordpress.com">lara marx</a> • <a href="http://elementarmeucaroblog.wordpress.com/">nati boaventura</a> • <a href="http://www.diarioinbordo.blogspot.com/">rafael glass</a> • <a href="http://faixademobius.blogspot.com">rodrigo casales</a> • <a href="http://naoestasendofacil.wordpress.com ">victor godoi</a></p></blockquote>
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